Warning: include_once(/home/u160880210/domains/gazetauigense.com/public_html/administrator/components/com_hikashop/helpers/helper.php): Failed to open stream: No such file or directory in /home/u160880210/domains/gazetauigense.com/public_html/plugins/system/hikashop_ga4/hikashop_ga4.php on line 45

Warning: include_once(): Failed opening '/home/u160880210/domains/gazetauigense.com/public_html/administrator/components/com_hikashop/helpers/helper.php' for inclusion (include_path='.:/opt/alt/php82/usr/share/pear:/opt/alt/php82/usr/share/php:/usr/share/pear:/usr/share/php') in /home/u160880210/domains/gazetauigense.com/public_html/plugins/system/hikashop_ga4/hikashop_ga4.php on line 45
Angola tem 11 partidos habilitados para as próximas eleições - TC

Angola tem 11 partidos habilitados para as próximas eleições - TC

Onze partidos políticos estão habilitados, até ao momento, a concorrer nas eleições gerais em Angola, previstas para Agosto deste ano, segundo fonte do Tribunal Constitucional (TC).

Luanda – Onze partidos políticos estão habilitados, até ao momento, a concorrer nas eleições gerais em Angola, previstas para Agosto deste ano, segundo fonte do Tribunal Constitucional (TC).

O director do Gabinete dos Partidos Políticos do TC, Mauro Alexandre, disse esta quarta-feira, em Luanda, os referidos partidos são o MPLA, a UNITA, a FNLA, o Bloco Democrático e o Partido de Renovação Social (PRS).

Estão igualmente habilitados o Partido Democrático para o Progresso - Aliança Nacional Angolana (PDP-ANA) e o Partido de Apoio para a Democracia e Desenvolvimento de Angola - Aliança Patriótica (PADDA-AP).

A lista prossegue com o Partido de Aliança Livre de Maioria Angolana (PALMA), o Partido Pacífico Angolano (PPA), o Partido Nacional de Salvação de Angola (PNSA) e o Partido Democrático do Atlântico (PDA).

Mauro Alexandre, que falava à Rádio Nacional de Angola (RNA), informou que o TC tem 10 pedidos de comissões instaladoras de partidos políticos, ressaltando a necessidade do cumprimento dos requisitos exigidos na lei para a inscrição como formação política.

Lembrou que um dos requisitos é a obtenção de sete mil 500 assinaturas e possuir no mínimo 150 assinaturas em cada província do país.

O director disse que nos últimos três anos o TC recebeu pedidos das comissões instaladoras da Frente Patriótica Unida e do projecto político PRA-JA Servir Angola, tendo-se concluído que não são entes políticos próprios ou jurídicos.